Perdoa-me por me traíres


A antropóloga Miriam Goldenberg, da
UFRJ, ouviu 1.279 pessoas, de nível universitário, entre 17 a 50 anos

O resultado de seu levantamento mostra que 47% das mulheres e 60% dos homens admitem que já traíram. Quanto aos relacionamentos, 75% destes já foram arranhados pela infidelidade.De acordo com a pesquisa, cerca de 30% dos traídos terminaram a relação.O número cai para 10% entre os casados.

Posso concluir q pular a cerca é algo normal ou pelo menos inevitável. Se levarmos em conta os que não admitiram ter traído e os que não descobriram, os números serão bem maiores. A estatística transforma o sonho de viver felizes para sempre em uma ingênua crença infantil do calibre de papai noel ou do coelhinho da páscoa. Sonhar, em alguns casos, é prejudicial à saúde.

Penso que a traição não deva ser levada a sério. Nem pelo(a) traidor(a) nem pelo(a) traído(a). + dia – menos dia o/a amante se torna traído(a) ou traidor(a). E a história se repete. É um estilo de vida.

Para os casados, o melhor é procurar não deixar rastros e fazer vista grossa. Detornar um casamento por causa de uma aventura que não vai dar em nada não é muito inteligente. Separações não são grátis e quem arca ônus dela saõ sempre os filhos. Desagradável pra um filho descobrir que sua mãe é uma puta ou que seu pai não tem caráter.


 De perto ninguém é normal (Editora Record, 208 págs., R$ 28,90)

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por jardim Postado em Sem categoria Com a tag

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