o grande wilde

Oscar Fingall O’Flahertie Wills Wilde nasceu entre 1854 e 1856 em Dublin, Irlanda. F orma-se em Oxford, fixando-se na Inglaterra. Logo alcança sucesso como escritor e produtor teatral. Casa-se com Constance Lloyd e tem 2 filhos. Wilde tinha porém uma queda por garotos e acabou se envolvendo com Lord Alfred Douglas, que também gostava do babado. O pai do rapaz sabendo do caso do filho com o escritor, envia carta a Oscar Wilde protestando.

1º ERRO: Oscar Wilde processa o pai do rapaz por difamação. A coisa fica preta pois o zeloso pai tem em seu poder uma carta enviada por Wilde ao seu santo filho e o processo volta contra si.

2º ERRO: não ter se mandado pra Paris, enqto podia.

Nessa época, na Inglaterra viadagem era um crime inafiançável e Oscar Wilde é condenado a 2 anos de reclusão com trabalhos forçados embora ao jovem mancebo nenhuma pena tenha sido aplicada.

Suas obras são recolhidas das livrarias, suas peças tiradas de cartaz. O que lhe resta, acaba sendo leiloado para pagar os custos do processo.

Foi libertado em 1897 e mudou-se para a França. Conhece a pobreza, e tudo o que de pior ela pode trazer. Vive isolado em hotéis baratos, destruindo-se com absinto. Não mais veria seus filhos que trocaram de nome para escapar ao constrangimento. Sua ex-mulher morreria em 1899.

Oscar Wilde morreu de meningite e uma infecção no ouvido, em um quarto barato de um hotel de Paris, às 9 h e 50 min do dia 30 de novembro de 1900. Suas últimas palavras foram "Esse papel de parede é horrível! Alguém precisa trocá-lo!"

Foi sepultado em Bagneux. As únicas pessoas que compareceram ao seu enterro foram seu amigo Robert Boss e Lord Douglas, o pivô de sua ruína, que pagou as despesas do funeral. Lord Douglas casou-se logo depois mas não demorou a separar-se.

Oscar Wilde morreu por amor, “o amor que não ousa dizer o nome”, expressão criada por ele. E também por ingenuidade. A podre sociedade vitoriana tinha suas leis e o fato de ser uma celebridade não lhe dava imunidade. Um irlandês jamais sairia vencedor de uma disputa judicial com um inglês. Seu maior erro tenha sido talvez acreditar no JUDICIÁRIO.

 

Oscar Wilde(à direita) e o seu pupilo

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por jardim Postado em Sem categoria Com a tag

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