O tempo não para


os dramas que preenchem as nossas vidas nem sempre são escritos por nós mesmos. às vezes a roda viva nos atropela e não temos lá muita chance de autoria. mas uma coisa é certa: se procurarmos desastres, é bem provável que os encontremos. se procurarmos rosas nossas chances de encontrá-las são maiores. as chances de encontrar alguma coisa sempre serão maiores se nós as procurarmos do que se nós não procurarmos.

acidentes de percurso sempre existirão, o Universo se alimenta disso. desastres podem ser inevitáveis. e como reagiremos a eles também.  surpresas podem afetar o ritmo de nossa vida mas não nos impedir de viver.

tudo se transforma o tempo todo: as nuvens, os caminhos, a pele. e é preciso saber se relacionar com a mudança sob pena de viver no Eterno Passado, órfãos do presente. há dez anos atrás quem de nós imaginaria estar vivendo o que vive hoje? dentro de dez anos poderemos estar em qualquer lugar, com exceção daquele que planejamos hoje.

sentimos dor, alegria, ódio ou amor, independente de nossa vontade. vivemos melhor se nos acostumarmos com isso. guerra ou paz, o que houver haverá independente da nossa vontade. e nada é eterno.

no sofrimento ou na euforia é imprescindível que sejamos os protagonistas de nossas histórias. não há cura se não houver existido a doença. não haverá borboleta se não houver existido a lagarta.

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por jardim Postado em Sem categoria Com a tag

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