um pouco de einstin

quando, em 1921, perguntado pelo rabino h. goldstein, se acreditava em deus,  respondeu: “acredito no deus de spinoza, que se revela por si mesmo na harmonia de tudo o que existe, e não no deus que se interessa pela sorte e pelas ações dos homens”

em uma carta escrita a um banqueiro do colorado, em 1927, einstein explica: “não consigo conceber um deus pessoal que influa diretamente sobre as ações dos indivíduos, ou que julgue, diretamente criaturas por ele criadas. minha religiosidade consiste em uma humilde admiração pelo espírito infinitamente superior que se revela no pouco que nós,  com nossa fraca e transitória compreensão, podemos entender da realidade. a moral é da maior importância – para nós, porém, não para deus”
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por jardim Postado em Sem categoria Com a tag

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