sobre o amor

apenas 3% dos mamíferos são monogâmicos. nossos ancestrais concluíram  que não dava para a mulher buscar alimento e cuidar dos filhos ao mesmo tempo. surgiu a monogamia e o companheirismo . foram eles que possibilitaram o surgimento das famílias como conhecemos hoje.

o casamento  não é necessariamente ruim mas tem uma consequência funesta: faz a testosterona despencar. foi essa a conclusão de um estudo da universidade harvard, que analisou os níveis hormonais de 58 homens. sem testosterona, os casais perdem o interesse no  sexo. e é aí que os problemas começam. sem o encantamento as pessoas começam a ver o outro como ele realmente é. após o nascimento de um filho, o nível de testosterona no homem cai em até 33%. é um mecanismo criado pela natureza para que o macho sossegue  e ajude a criar a prole.

a paixão diminui com o tempo. isso faz sentido. seria difícil cuidar dos filhos e tocar a vida atordoado por aquela febre do início do romance. segundo um estudo feito na inglaterra, a paixão chega ao auge aos 2 anos e 11 meses de relacionamento. depois tudo começa a ruir.

um estudo da universidade da califórnia revelou que na índia, onde 95% dos casamentos são arranjados os casais têm níveis mais altos de satisfação e amor do que no ocidente. o amor  cresce com o tempo. no ocidente jogamos toda a esperança no milagre do amor que inevitavelmente vai diminuindo com o tempo.

o excesso de familiaridade também atrapalha. um estudo feito com crianças israelenses criadas juntas num kibutz constatou que os meninos e as meninas se tornaram grandes amigos depois de adultos mas nenhum deles se casou: é impossível sentir desejo por alguém da família. esse é outro efeito do tempo sobre os casamentos: a convivência diária vai transformando o casal em irmãos.

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por jardim Postado em Sem categoria Com a tag ,

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