memórias

memórias. peças de uma engrenagem . um gatilho qualquer as dispara, por qualquer razão, qualquer dos sentidos, qualquer citação, ou mesmo por outra memória. elas sempre tem espaços escuros, buracos negros onde guardamos o lixo, aquilo que não precisaremos no futuro ou aquilo que não queremos ver novamente. é nesse buraco-negro que está a maior parte de nossas memórias. ele é a regra, não a exceção. esse buraco negro suga cada partícula de lembrança, como palavras dentro de um livro esquecido na estante de uma empoeirada biblioteca trancada cuja chave sumiu.

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